Arte e Criação = Mauricio Maruo

CLAY

Há alguns meses atrás comecei a trabalhar com um material que acho extremamente DuCaralh….

Já mexo com escultura há algum tempo, pois sou formado tecnicamente como desenhista artístico e escultor, porem já havia ouvido falar do Clay, mas não tinha usado ainda, ele é muito bom, é parecido com uma argila e melhor, não seca nunca, basta você aquecê-la que ela volta ao ponto de modelagem, super útil.

Como meu tempo é extremamente escasso, pois o ensino me toma quase todo tempo eu fiz algumas coisinhas com o CLAY.

Querem saber mais sobre esta massa, visite.

http://www.dimclay.com/

 

Ensinando o Inconsciente

Nesta minha profissão de educador, já dei aula para muitos alunos, e sei que não sou o melhor no mundo no que faço, mas sei também que o que faço, eu realmente gosto muito e acredito que se você realmente gosta do que faz tudo se torna mais simples e melhor.

Muito me agradecem por passar o conhecimento, e outro por passar a experiência, mas a minoria me agradece por passar irracional ou o inconsciente.

Aqui estão dois presentes que guardei de alunos que enxergaram esse lado.

E se você que teve aula comigo também enxerga esse lado, saibam que me lembro de cada um que me agradeceu por mostrar o inconsciente.

Obs: Parabéns, pois vocês são mais loucos e felizes.

1º dia em Roma

No primeiro dia que chego a Roma, vindo do Egito, o que eu encontro…?

Um Obelisco Egípcio…

Bem no meio da Piazza del Popolo.

Ruas apertadas e charmosas de Roma.

Piazza di Spagna, outra praça de Roma.

Aqui é onde vários turistas se encontram.

Advinha o que encontrei em frente a igreja da praça…?

Pois é lá também.

Cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura.

Começou a ser construído por Nicola Salvi e terminou com Giuseppe Pannini, tendo Netuno governando os mares.

Diz a lenda que se você quiser voltar a Roma um dia, deve jogar uma moeda na Fontana e Netuno te trará de volta.

A arena (87,5 m por 55 m) possuía um piso de madeira, normalmente coberto de areia para absorver o sangue dos combates (certa vez foi colocada água na representação de uma batalha naval), sob o qual existia um nível subterrâneo com celas e jaulas que tinham acessos diretos para a arena. Alguns detalhes dessa construção, como a cobertura removível que poupava os espectadores do sol, são bastante interessantes, e mostram o refinamento atingido pelos construtores romanos. Formado por cinco anéis concêntricos de arcos e abóbadas, o Coliseu representa bem o avanço introduzido pelos romanos à engenharia de estruturas. Esses arcos são de concreto (de cimento natural) revestidos por alvenaria. Na verdade, a alvenaria era construída simultaneamente e já servia de forma para a concretagem. Outro tipo de espetáculos era a caça de animais, ou venatio, onde eram utilizados animais selvagens importados de África. Os animais mais utilizados eram os grandes felinos como leões, leopardos e panteras, mas animais como rinocerontes, hipopótamos, elefantes, girafas, crocodilos e avestruzes eram também utilizados. As caçadas, tal como as representações de batalhas famosas, eram efetuadas em elaborados cenários onde constavam árvores e edifícios amovíveis.

Segundo o documentário produzido pelo canal televisivo fechado, History Channel, o Coliseu também era utilizado para a realização de naumaquias, ou batalhas navais. O coliseu era inundado por dutos subterrâneos alimentados pelos aquedutos que traziam água de longe. Passada esta fase, foi construída uma estrutura, que é a que podemos ver hoje nas ruínas do Coliseu, com altura de um prédio de dois andares, onde no passado se concentravam os gladiadores, feras e todo o pessoal que organizava os duelos que ocorreriam na arena. A arena era como um grande palco, feito de madeira, e se chama arena, que em italiano significa areia, porque era jogada areia sob a estrutura de madeira para esconder as imperfeições. Os animais podiam ser inseridos nos duelos a qualquer momento por um esquema de elevadores que surgiam em alguns pontos da arena; o filme “Gladiador” retrata o funcionamento dos elevadores. Os estudiosos, há pouco tempo, descobriram uma rede de dutos inundados por baixo da arena do Coliseu. Acredita-se que o Coliseu foi construído onde, outrora, foi o lago do “Palácio Dourado de Nero”; O imperador Vespasiano escolheu o local da construção para que o mal causado por Nero fosse esquecido por uma construção gloriosa.
 
Sylvae, ou recreações de cenas naturais eram também realizadas no Coliseu. Pintores, técnicos e arquitectos construiriam simulações de florestas com árvores e arbustos reais plantados no chão da arena. Animais seriam então introduzidos para dar vida à simulação. Esses cenários podiam servir só para agrado do público ou como pano de fundo para caçadas ou dramas representando episódios da mitologia romana, tão autênticos quanto possível, ao ponto de pessoas condenadas fazerem o papel de heróis onde eram mortos de maneiras horríveis mas mitologicamente autênticas, como mutilados por animais ou queimados vivos.

Coliseu ao chegar

Dentro do Coliseu

O Arco de Constantino é um arco triunfal em Roma, a curta distância para oeste do Coliseu. Foi erigido para comemorar a vitória de Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio, 312 AD. A batalha está representada na banda pouco esculpida sobre o lado direito do arco, na frente oposta ao Coliseu.

Vista de fora

Coliseu e o Arco de Constantino.

 

Ao Chegar na Piazza Navona, eu me deparei logo de inicio com uma bandeira conhecida… Pois é lá fica o consulado brasileiro em Roma.  

Alguém assistiu ao filme anjos e demônios, e se lembre do ultimo bispo que iria morrer, mas foi salvo, pois é, ele foi jogado em um Fontana com os 4 rios…  

Esta Fontana é representada pelo Rio Nilo; Rio Ganges; Rio da Prata; Rio Danúbio.  

E se chama Fontana dei Quattro Fiumi  

  

Quer respirar arte? Visite um dia a Piazzan Navona, lá existe uma feira de arte, mas não é como qualquer outra, existe uma Vib diferente nesta praça, como se tudo fizesse parte de uma única arte.  

  

Olha o estilo dos desenhistas da Piazza, são senhores de mais de 40 anos, e ainda pintam e desenham, e o mais incrível, eles são muito rápidos…  

…o desenho abaixo foi feito em 5 minutos, e isso é apenas um esboço detalhado da pessoa, imagina o acabamento.  

  

Sobre essas fundações, erguem-se, formando um cilindro, as paredes que sustentam a cúpula. Essas paredes possuem em seu interior um complexo sistema de arcos e abóbodas (veja abaixo). Além disso, possuem arcos nas aberturas, entre os quais se localizam os altares, que transmitem os esforços verticais da cúpula a uma série de 8 pilares maciços, como mostrados no esquema ao lado.  Mas o que realmente impressiona é a cúpula do Panteon, com seus 43,5 m de diâmetro culminando numa abertura de 8 m de diâmetro, que fica a também 43,5 m de altura em relação ao piso.

Vocês sabem quem foi Raphael Sanzio?

O pintor querido de Roma, amado por todos os papas e bispos, foi também um dos pintores que mais dominava as cores e suas propriedades.

Pois é ele esta sepultado no Panteon.

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